Você atende bem, opera bem e fatura bem. Mas o seu faturamento tem um teto: o número de horas que você aguenta sentar naquela cadeira. Sou dentista há 15 anos e passei os últimos anos provando, na minha própria clínica, que existe outro caminho.
Diagnóstico gratuito · 8 perguntas · menos de 2 minutos

Nada disso é falta de competência clínica. É que ninguém te ensinou isso. Nem na graduação, nem na residência, nem em nenhuma das especializações que você pagou.

Quando eu pergunto quanto custa uma hora de cadeira, o dentista costuma estimar R$ 60, R$ 70.
Calculamos juntos: aluguel, folha, energia, software, manutenção, depreciação do equipamento e o seu pró-labore. O número quase sempre ultrapassa R$ 80 por hora, porque na estimativa ninguém considera tudo.
Essa é a primeira conta que fazemos no diagnóstico. E ela normalmente já altera a decisão de preço de quem está do outro lado.
A odontologia te habituou bem ao mocho. Ele paga por hora trabalhada, e suas horas acabam. A segunda cadeira é a da gestão, e nela você ganha por decisão tomada. São três camadas, e a ordem importa.
Antes de vender melhor, escolherem você precisa fazer sentido.
Por que alguém pagaria mais para tratar com você e não com o consultório da esquina. Isso não se resolve postando caso clínico: resolve-se definindo quem você atende, o que você representa e qual problema você resolve melhor do que qualquer outro na sua praça.
É aqui que o faturamento muda de patamar, e é a camada mais ignorada.
A conversa que acontece quando o paciente senta na sua frente. A maioria dos dentistas apresenta orçamento. Quem vende, vende plano de tratamento. A diferença entre as duas coisas costuma ser a diferença entre fechar quatro mil e fechar trinta mil no mesmo paciente.
A base de tudo, mas a última coisa que muda o jogo, não a primeira.
Os números que dizem onde está o lucro e onde está o vazamento: custo real da hora clínica, margem por procedimento, mix de convênio e particular, ponto de equilíbrio. Sem isso, toda decisão de preço é chute. Com isso, você para de trabalhar de graça sem perceber.

Dr. Pedro Everton · CTBMF e Implantodontia · João Pessoa, PB
Cirurgião buco-maxilo-facial e implantodontista, com foco em implantes zigomáticos. Residência em CTBMF no Hospital Universitário Lauro Wanderley e mestrado em Clínica Odontológica, ambos pela UFPB.
Eu continuo atendendo. Todo dia, na minha clínica em João Pessoa. Opero, negocio plano de tratamento, escuto objeção de paciente. Não sou alguém que largou a profissão para falar sobre ela.
Nasci em Caucaia, no Ceará, e cresci na periferia. O que me tirou de lá foi uma habilidade com matemática que virou uma medalha na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas, e uma bolsa num colégio de alto padrão em Fortaleza, onde eu só pagava os dois ônibus para chegar. Entrei em Odontologia na UFC aos 17 anos, dando aula de matemática à noite para me manter.
Conto isso porque explica o método. Eu não aprendi gestão em curso: aprendi fazendo conta desde sempre, e depois aplicando conta a um consultório.
A P4 não nasceu de um curso de mentoria. Nasceu da minha própria clínica. Foi quando o modelo de posicionamento e gestão deu certo aqui dentro que os colegas passaram a me procurar. Até então minha autoridade era só cirúrgica.
Não vou te ensinar nada que eu não tenha feito primeiro no meu próprio consultório.
role para ver todos os casos
Uma clínica de interior fazia R$ 55 mil com 600 atendimentos mensais, sendo 70% convênio. Agenda lotada, equipe exausta, lucro apertado. A decisão mais difícil foi sair do convênio: não por incapacidade de atender, mas porque gerava a sensação de dinheiro entrando. Hoje faz R$ 128 mil, com 60% particular e menos atendimentos.
Uma mentorada vinha faturando entre R$ 13 mil e R$ 16 mil por mês. Estruturamos um script e uma técnica de venda para o caso dela. Ela fechou R$ 32.900 num único plano de tratamento, mais que o faturamento mensal dela inteiro.
Uma empresa do setor levou oito anos para descobrir a própria margem de lucro. Vendia mais de R$ 200 mil e sobravam R$ 11 mil. Ninguém ali sabia disso.
"[Depoimento 1 · priorizar quem cite número antes e depois. O case do Arthur já está gravado em vídeo.]"

"[Depoimento 2 · priorizar quem fale da mudança de rotina e de tempo, não só de faturamento.]"

"[Depoimento 3 · priorizar quem estava cético com mentoria antes de entrar.]"

"[Depoimento 4 · priorizar quem seja de cidade pequena. Quebra 'minha realidade é diferente'.]"

45 minutos por vídeo. Sem apresentação, sem slide.

Sou eu do outro lado. Você entra com os seus números, e a gente faz as contas juntos na tela.
Com todos os itens que normalmente ficam de fora da conta.
Onde ele está deixando dinheiro na mesa hoje.
O que de fato segura o seu faturamento, que raramente é o que parece.
Você sai com clareza, independentemente de trabalharmos juntos depois.
Se ao final fizer sentido trabalharmos juntos, apresento a proposta nos últimos minutos. Se não fizer, o diagnóstico é seu do mesmo jeito.
Tenho quatro turnos por semana reservados para essas conversas. Prefiro usá-los com quem está pronto.
Concordo com a premissa. O mercado está cheio de gente que nunca teve resultado ensinando como ter resultado, e isso queimou a palavra.
A diferença aqui é verificável: eu atendo. Tenho clínica em funcionamento, opero, negocio plano de tratamento com paciente toda semana. O que eu ensino é o que eu uso, e você julga isso no diagnóstico, antes de qualquer decisão.
Foi o que você fez todas as outras vezes, e funcionou até aqui. Mas repare no padrão: cada nova especialidade permite cobrar mais por hora, e continua pagando por hora.
Se o seu limite hoje é quantas horas você aguenta, mais uma técnica não resolve. Ela só encarece a hora que já está esgotada.
Isso é comum, e quase sempre por um motivo: marketing gera demanda. Se a demanda chega numa operação que não sabe precificar, não sabe vender e não conhece a própria margem, ela vira volume sem lucro, ou simplesmente não converte.
Posicionamento e vendas vêm antes de tráfego. Foi essa a ordem que funcionou na minha clínica, e é a ordem que eu ensino.
É diferente mesmo, e por isso não existe fórmula única. O que existe é método aplicado ao seu contexto.
Tenho mentorados em cidades de 12 mil habitantes usando estratégias que jamais funcionariam numa capital, e vice-versa. A estratégia certa é a que cabe na sua praça, e isso só se define olhando os seus números, não os de outra pessoa.
Ninguém precisa sair de nada no primeiro mês. E há clínicas onde o convênio faz sentido dentro de um mix bem calculado.
O que costuma acontecer é outra coisa: a agenda cheia de convênio dá a sensação de dinheiro entrando, e essa sensação impede a conta de ser feita. Primeiro fazemos a conta. A decisão vem depois dela, com número na mesa.
É a resposta mais comum, e ela é a própria confirmação do problema.
Uma coisa que eu peço aos meus mentorados: coloque a gestão na agenda do consultório, como se fosse paciente. Terça, das 14h às 15h. Porque enquanto for "quando sobrar tempo", nunca vai sobrar, porque qualquer brecha vira atendimento encaixado.
Vai. E é justamente por isso que funciona.
Não existe diagnóstico honesto sem número real. Tudo o que você compartilha é tratado com sigilo profissional, o mesmo que você aplica a um prontuário. E na primeira conversa você decide o quanto quer abrir.
O diagnóstico é gratuito e independe disso. Faça a conta comigo primeiro.
Se depois dela o investimento não fizer sentido agora, você recebeu gratuitamente um diagnóstico da sua clínica, e sabe exatamente o que precisa mudar, com ou sem mim.
Quando você é criança, tem tempo e energia, mas não tem dinheiro. Quando é adulto, tem dinheiro e energia, mas não tem tempo. Quando é idoso, tem dinheiro e tempo, mas já não tem energia. O paradoxo só quebra num ponto: quando você tem dinheiro e energia ao mesmo tempo, e decide tomar conta do seu tempo.
Se alguém me diz que fatura R$ 200 mil por mês, minha primeira pergunta é: trabalhando quanto?
Se o perfil for compatível, minha equipe entra em contato.